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Wednesday, January 17, 2007

Cirurgia Plástica à Alma, Precisa-se!

Há momentos da nossa Vida que nos fazem questionar sobre o que somos e o que gostariamos de ser... ou não.

Podemos mudar de nome, podemos mudar de corpo, e até mudar de sexo.
Mas para além do corpo, do nosso aspecto físico, do cabelo, do nariz, seja lá o que fôr, temos sentimentos. Temos uma... personalidade.
Existe um interior nosso, que vulgarmente se apela de Alma.


Como se faz, para mudar esta Alma?... Esta maneira de ser, de estar, e de sentir?

Cada um tem a sua...
Acredito que a Alma é algo que encarnou no nosso corpo físico, no dia no nosso nascimento, e que, portanto, viveu outras vidas...
Vidas que desconhecemos, mas que de alguma forma, moldam o que somos hoje, aqui, e agora.
Também acredito que a nossa Alma está num processo contínuo de aprendizagem, no sentido de atingir uma existência mais pura...

Mas voltando à questão... Podemos mudar a Alma?... A maneira de ser, de estar e de sentir?... A forma como se é, como comunicamos, como nos damos aos outros?
Se a Alma está em permanente evolução/aprendizagem, parece-me que há coisas que podemos mudar, consoante as nossas experiências, ao longo da Vida.

Podemos então deixar de...
... sentir menos, quando nos magoam?
... olhar e tentar ajudar os outros, e pensar mais em... nós?
... nos relacionar com quem gostamos, e pensar mais nos relacionamentos por interesse?
... diferentes e passarmos a ser... INdiferentes?
... pensar tanto, e abortar o peso de consciência?
... sentir tanta dor, quando não nos dão a mão no momento em que precisamos?

Pois não sei...
Não encontro uma resposta clara a estas questões, apesar de viver há alguns anos e de já ter enfrentado várias vezes situações que poderiam funcionar como um perfeito bisturi de cirurgião plástico.
Há no entanto uma coisa que conseguimos avaliar, uns mais que outros, de acordo com a nossa Alma: a dimensão da Dor e da Desilusão (desapontamento)

Não sei ainda se é possível mudar.
Talvez se consiga disfarçar... Ou então, aprender a Viver com o que somos, aceitando-nos, mas tomando medidas, em relação às experiências da Vida que se vão sucedendo.

Será isto a tal evolução?... Talvez...
No entanto, não posso deixar de me recordar do Ditado que diz: "Água Mole em Pedra Dura, Tanto Bate até que Fura."

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