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Sunday, February 25, 2007

Pink - nobody knows

Nobody knows
Nobody knows but me
That I sometimes cry
If I could pretend that I'm asleep
When my tears start to fall
I peek out from behind these walls
I think nobody knows
Nobody knows no

Nobody likes
Nobody likes to lose their inner voice
The one I used to hear before my life
Made a choice
But I think nobody knows
No no
Nobody knows
No

Baby
Oh the secret's safe with me
There's nowhere else in the world that I could ever be
And baby don't it feel like I'm all alone
Who's gonna be there after the last angel has flown
And I've lost my way back home
I think nobody knows no
I said nobody knows
Nobody cares

It's win or lose not how you play the game
And the road to darkness has a way
Of always knowing my name
But I think nobody knows
No no
Nobody knows no no no no

Baby
Oh the secret's safe with me
There's nowhere else in the world that I could ever be
And baby don't it feel like I'm all alone
Who's gonna be there after the last angel has flown
And I've lost my way back home
And oh no no no no
Nobody knows
No no no no no no

Tomorrow I'll be there my friend
I'll wake up and start all over again
When everybody else is gone
No no no

Nobody knows
Nobody knows the rhythem of my heart
The way I do when I'm lying in the dark
And the world is asleep
I think nobody knows
Nobody knows
Nobody knows but me
Me


Eis o VideoClip

Thursday, February 22, 2007

Não me Apetece Mais...

dias em que a "Tempestade" se atravessa na Vida e não nos deixa sossegar...

Dias em que me sinto pequenina. Indiferente. Distante do Calor da Vida.
Olho em volta e vejo muita gente, mas ao mesmo tempo, ninguém.

Não me apetece falar. Não me apetece lutar mais. Não me apetece chorar, nem bater com o pé numa birra de "porquês" no ombro de um amigo.
Não me apetece ter de apetecer alguma coisa, porque na realidade, já nada me apetece.

É uma sensação de impotência perante os factos que a Vida me apresenta.
Olho para as cartas do meu baralho, e jogo, jogo, jogo, jogo, neste jogo de Ganhos e Perdas. Baralho, e volto a dar as Cartas. A dar o benefício da duvida. A dar a oportunidade. A dar a volta ao Desânimo, e desafiar a Esperança para um novo
Set...

Mas hoje... prefiro arrumar o baralho. E não me apetece voltar a jogar, em jeito de desprezo pela Esperança de algum dia vir a Ganhar, outra vez.
Quero cair na Prisão, e ficar três vezes sem jogar. Quero cair no quadrado vermelho, e voltar atrás não sei quantos passos. Quero... e não Quero. Porque não me apetece mais...

Hoje... nada me apetece.
Afundo a cabeça na almofada macia, viro-me de lado, e lentamente... deixo-me adormecer sem pensar em nada, em ninguém. Sem querer saber se algum dia vou novamente acordar... Talvez não me apeteça mais...

Apago a Luz. Não há Vida.
Fecho os Olhos. Deixo de Olhar.
Encaixo-me na cama, e adormeço... lentamente, com a carícia das lágrimas quentes que rolam pelo rosto. O único carinho que me resta, porque... ainda sinto. Sinto muito.
Sinto muito que já não me apeteça mais...

Wednesday, February 14, 2007

O Amor... Num Abrir e Fechar de Olhos.

Caminho ao longo do Rio, na ponte de madeira mesmo junto à margem...
A maré está baixa, e mesmo já sendo noite, consigo ver o ondulado assimétrico das areias escuras que se deitam sob as águas calmas.


As luzinhas da outra margem brilham no caudal enorme de água do Tejo. A noite está tão tranquila como o Rio, que serpenteia, deslizando num ritmo brando, suave, e sussurante... Fecho os olhos e ouço o leve bater das pequenas ondas que se esbatem na margem, mesmo junto aos meus pés. Parece o Mar. É quase mar, afinal!

A Lua e as Estrelas miram-se vaidosas no grande espelho de água do Tejo, e cintilam alegremente, como se estivessem a celebrar algo. Talvez estejam. Afinal, hoje é dia de São Valentim. O dia em que se celebra o Amor, a Paixão...


No que me toca, todos os dias são de Amor. Amor por mim, pelos outros, pela natureza, pelo que gosto de fazer... Mas há momentos únicos, momentos bonitos que irei guardar para sempre na memória.

Do dia de hoje, ficarão para sempre dois momentos únicos, inigualáveis, pelo carinho, pela Amizade, pela espontâneadade e ternura que representam.

Tomava um café com a Bruxinha no sítio do costume. Estava um dia de Sol fantástico!
Parecia já Primavera...
Na mesa ao lado, Ela acabava de chegar com uma Geribéria cor-de-rosa na mão, e com um longo caule. Ele já estava sentado há algum tempo no café, e lia o jornal, tranquilamente, acompanhado de um copo de galão já vazio, e um pires que teria sido de uma torrada.
De pé, em frente a Ele, Ela sorriu. Debruçou-se sobre a mesa e ofereceu-lhe a Geribéria fresca, dizendo:
- "Toma. Isto é para ti, meu querido."

Ele sorriu enternecido, correspondeu ao beijo, e ficou a olhar a flor que acabara de receber...

- "Obrigada, obrigada, é linda..."


Embevecida, ela retirou do saco uma pequena caixinha de cartão, e coloco-a sobre a mesa. Tinha uns biscoitos caseiros lá dentro.

- "Trouxe para ti" - sorriu Ela, com ternura.


Ele preferiu comer em casa, mais tarde. Ficou a sorrir para ela durante mais alguns longos segundos.
Uma cena de filme, bonita, carinhosa, e cheia de ternura.

Ele e Ela. Juntos, celebravam à sua maneira todo o Amor, Carinho, Amizade, e Respeito que nutrem um pelo outro. Ele e Ela. Com um percurso longo de Vida.

Ele e Ela. Na casa dos Setenta e muitos anos...
Ele e Ela. Sempre.

Sorrimos embevecidas ao assistir àquele momento, e olhamos uma para a outra, sem palavras.
Ambas sentimos toda aquela emoção contagiante.

Ambas sentimos que, nos dias de hoje, já são raros aqueles exemplos.
Mas aquele, aquele ficará para sempre na nossa memória.
Será um filme real, bonito, e eterno.


- "Flores?... São lindas, adoro!"
confidencei à Bruxinha.
- "Nunca recebi flores..." continuei.

Uma coisa aparentemente tão simples e, no entanto, totalmente inédita para mim.
Bruxinha não queria acreditar!
- "Quê? Impossível!"
, reclamou ela com o seu olhar lancinante, afiado e capaz de atravessar qualquer coisa ou qualquer um, revoltada contra aquela impossibilidade!

Pois é, às vezes não é preciso inventar a Roda. É tudo tão simples e tendemos a complicar tanto...

Continuámos à conversa, e mudámos de assunto.


Num abrir e fechar de olhos, e já perto da segunda parte do curso, a minha amiga foi comprar água, enquanto eu fiquei a despachar uns telefonemas.

Num abrir e fechar de olhos, dei comigo sem palavras.

Num abrir e fechar de olhos, fiquei paralisada.

Num abrir e fechar de olhos, não contive mais algumas lágrimas.

Porque num abrir e fechar de olhos... surge a Bruxinha com uma Rosa Azul lindíssima na mão, estende-ma, e num abraço sorridente que mal sou capaz de acolher, segreda-me ao ouvido:
- "Agora já não podes dizer que nunca recebeste uma flor na Vida! Vale mais uma boa Amizade do que um Amor descolorado!"

Num abrir e fechar de olhos... tanta coisa aconteceu, ali.

Num abrir e fechar de olhos, uma mistura explosiva de sentimentos invadiu-me a mente, e levou-me numa viagem por algumas etapas da minha Vida.
Num abrir e fechar de olhos, muita coisa fez sentido para mim...

Num abrir e fechar de olhos...

Num abrir e fechar de olhos o dia chegou ao fim...

Caminhava agora junto ao Rio. E Sorria.

Sentia a brisa leve no rosto, e ouvia o suave esbater das pequenas ondas na margem.

Olhei para as luzinhas que reluziam do outro lado da margem, bem ao fundo.
E no céu, lá estava a minha constelação de sempre, a Ursa Menor. É minha, porque desde criança que a identifico no céu, no meio de todas as outras. E passou a pertencer-me.

Em criança, pedia desejos, conversava com ela, e confiava-lhe os meus segredos.


Num abrir e fechar de olhos, cresci, tornei-me mulher. Mas jamais perderei a capacidade de Olhar e Amar que sempre fez parte de mim.

Amo cada momento de Vida. E por isso todos os meus dias são Dia de São Valentim. Apaixonados, ternos, atentos à ternura. E Felizes, por estar rodeada de pessoas assim... bonitas, amigas, que se preocupam e cuidam.

Caminho ao longo do Rio... Sorrio.



Sunday, February 11, 2007

Dias Perfeitos...

Há dias em que parece que nada nos falta...
Existe uma sensação de plenitude tão forte, que mais parece que só nos estimula a viver intensamente o Presente, conscientes desse sentido pleno.




Hoje foi um desses dias...
O Sol que, ainda que envergonhado, entrou pela janela do quarto despoletou de imediato o prazer pela Vida "lá fora". Junto da natureza, de pessoas, de amigos.
A música que me despertou, energizou o meu estado de espírito.
Parece que todos os sentidos estavam de tal forma elevados, que me levaram ao transbordar de energia boa!

Não gosto de planos a longo prazo, no que respeita ao meu tempo livre...
Assim, durante o pequeno-almoço revigorante, fui tranquilamente pensando no que me apetecia fazer com todos os "Ingredientes" que tinha à disposição.

As manhãs de Sábado são mesmo extraordinárias...
O ponteiro dos minutospassava dos trinta minutos depois das onze, mas mesmo assim... era a manhã de Sábado. A minha, pelo menos.

Depois do indispensável duche - não consigo mesmo passar sem água - vesti uma roupa confortável, e saí!
Enquanto descia no elevador, subia o som e escolhia o que queria ouvir... É bom poder escolher o que se quer ouvir, não?...


Ao sair do prédio rumei para junto do Rio, após sucessivos "bom-dia" e "olá, tudo bem?", que me fazem sentir bem e acreditar que, mesmo dentro da grande cidade, ainda há margem para comunidades humanizadas.

Fixei o Sol, e fechei os olhos, para o sentir profundamente no rosto... Haverá coisa melhor? Concerteza muitas, mas esta é sem dúvida uma delas...
Caminhei junto ao Rio mais de uma hora... Deixei-me ir pela vontade de caminhar sem destino ou objectivo. Apenas por prazer.

Olhei para fora de mim... Vi e senti os outros e as coisas à minha volta.
Pessoas bem dispostas, casais novos e mais velhos, crianças a correr por todo o lado, os turistas com as suas cameras fotográficas ou de filmar em punho, assinalando os "marcos" de viagem e da passagem por Lisboa, sacos de compras de Sábado carregados por alguém que ainda guardava o espaço debaixo do braço para levar o Jornal.

Os meus olhos captavam este filme, filtrado pelos óculos-escuros que, para além de permitirem esconder as "olheiras pré-café", eram extremamente úteis para esta observação "semi-voyer", sem quaisquer pretensões.

O café-pingado chegou.
Tinha interrompido a caminhada por uns instantes, porque não dispenso o café da manhã. Sempre com um pingo de leite, para amaciar o trago forte e intenso do sabor dos grãos negros.
Bebo-o puro. Insento de açúcar ou outro adoçante, porque o tornam numa mistela doce, que se assemelha a um daqueles xaropes insuportáveis!
Tentada a pedir mais um, fui interrompida por um SMS. A Tecnologia é sem dúvida amiga, quando quer! ;)
Do lado de lá da Rede (e da margem do Tejo), chegava o desafio para um almoço em Sesimbra.
Humm... no mínimo, tentador com o bonito Sol que se mostrava em Lisboa.
Mais do que o almoço em Sesimbra... a companhia.

Mas já tinha outros destinos e prioridades, e... segui o meu rumo, ao meu ritmo. E também para Sul, como quase sempre...


De facto, para completar aquele dia, só mesmo uma grande amiga para o partilhar, bem como o resto do grupo que estava já com ela. A Bruxinha, como lhe chamo, é assim! Contagia com o seu carinho, os seus risos e piadas imprevistas, as histórias insólitas... Tem sempre novidades para contar. Umas boas, outras menos boas. Uma amiga recente, mas muito verdadeira e que já deu mil uma provas de que está sempre "lá"!
Fiquei dividida. Mas precisava de dar um pouco de atenção e acompanhamento a uma outra pessoa, e tive de abdicar da excelente proposta. Alguns SMS's mais tarde, e de algumas conversas por telemóvel, lá nos despedimos.
A meio da tarde, fui ver o mar. Entrei na "minha" esplanada e consegui uma mesa mesmo junto à enorme vidraça. O único elemento que me separava do cheiro a maresia, da espuma das ondas, do vento frio e agreste, e da areia humedecida pela chuva.

O céu, já estava muito negro, e mais uma noite de chuva adivinhava-se. Pedi um chá preto, e uma tosta mista, que são gigantes, feitas em pão caseiro, muito suculentas e cheias de sabor... E entre a tosta e o chá, devorei quase metade do livro que tinha comprado no dia anterior.
Fiz uma pausa, e pensava como as nossas opções moldam os nossos dias, semanas, vida... Se optasse por ir a Sesimbra almoçar, sentir-me-ia culpada por não ter dado a devida atenção a uma pessoa muito importante, que precisava de apoio. Por outro lado, estava ali, noutro lugar, sentindo que teria desapontado uma amiga que já não via há alguns dia.
Nunca nada é perfeito. Há sempre opções, e caminhos a seguir. O que realmente conta é sentir que, no fundo, a nossa escolha foi a mais justa, em função de todos os aspectos inerentes ao momento da decisão. E esta decisão, no meu caso, é tomada sempre com o coração, num sentimento de justiça e amor.
Absorvida pelos meus pensamentos, sou surpreendida por um SMS. A Bruxinha perguntava onde estava, porque ainda tinham tempo de ir ter comigo! Telefonei, e combinámos então. Ela, e o resto do grupo chegariam em breve. Depois, fiquei a contemplar o Mar e a olhar o infinito.
Senti que, na realidade, os dias perfeitos existem! Talvez seja o poder de queremos muito que algo aconteça. Talvez pelo facto de sermos genuínos nas nossas opções. E quando menos damos por isso... acontecem dias assim.
Dias, em que parece que nada nos falta...

Monday, February 05, 2007

Amizades Descoloradas...

Hoje encontrei-me com J., novamente.
É bom começar a semana com pessoas assim...

O tempo voou, com sempre... Em pleno coração alfacinha, entre um Verde de Jasmim e um Verde Menta, um travo triste de desilusão e impotência pairava sobre a mesa, como tema de conversa.

Porque razão continuamos a amar os que nos tratam mal? Porque razão, continuamos amigos, mesmo de quem nos humilha, nos puxa o tapete, ou se esquece que existimos?

Bem... porque somos amigos!
Porque existe uma relação longa e uma partilha de Vida com aquelas pessoas, que já fazem parte do nosso círculo de amizades há anos.

É justo dizer a verdade. Como amigos que somos, devemos conversar quando algo não está bem. Pedir desculpa quando somos injustos, frios, quando nos esquecemos.
Devemos dar a conhecer quando nos sentimos magoados pelo outro. Porque infelizmente, a maioria das pessoas nem pensa no que diz ou faz, pelo que, não há uma clara intenção de "maltratar" o outro. Simplesmente, foram "programados" a responder assim, a comportarem-se assim, face a determinadas situações.

Mas o que fazer, quando sentimos que... não há mesmo nada a fazer?
Desistimos da pessoa?... Viramos costas e ficamos fechados na nossa conchinha para não sofrer?...

Não sei...
Aposto que cada caso é um caso, mas... é difícil estar sempre do lado que mais sente, porque se pensa muito... e se sente ainda mais. E há dias em que nos magoamos a sério!

É uma batalha dura e injusta entre o nosso mundo, repleto de sensibilidade e cuidados com os outros, e o mundo de alguns que, por mais que se esforcem viveram sempre num ambiente frio, competitivo, desconfiado e... cinzento, onde já não mora nenhum pulsar do "Eu Criança".

Mas fazendo o balanço... continuo a achar que vale a pena ser como somos, J.
Apenas teremos de ir baixando a fasquia das nossas expectativas,em relação aos outros. E tudo o que venha a mais... será uma admirável surpresa!

Podemos sofrer um pouco mais. Mas o Mundo de cada uma de nós, o nosso "Eu", alimenta-nos a Alma e os sentidos, vibrando e captando, também, com uma sensibilidade única, tudo o que de melhor nos rodeia.

Eis a grande recompensa do Universo...

Amor ao Kilo?... Não Obrigada!

Diabinhos, Anjinhos, Ursinhos de todos os tamanhos, Corações vermelhos, com pernas e braços que deitam uns sons esquisitos cá para fora, postais com as mesmas frases feitas de sempre... "I Love You", "You're Very Special", "Be My Valentine", "For a Very Special One", etc, etc, etc! AARRRRRRRGHHHGHG!!!

Podia ser a Batalha de Aljubarrota, a Invasão da Normandia, ou até mesmo o Caminho das Estrelas, mas não... Como se já não bastasse a FloriBella, ainda temos a fatídica Invasão de 14 de Fevereiro, o dia do grande Valentim que, coitado, era um bon vivant, e agora começa a recolher alguns ódios por parte algumas Almas desesperadas que já não suportam tanta bonecada, tanto barulho, ofertas e promoções às resmas, tudo... em prol do Amor.

Tal como Miss Turner (a Tina), também eu me questiono... "What's Love Got to Do With It"? Pois, não sei...
Apenas observo a loucura à minha volta.

O dia começa com Eles, de todas as espécies, com um ar meio embaraçado empunhando um bouquet de flores nas mãos. Presumo que naturais, senão, vão estar em sarilhos.
Mas a hora de almoço, é uma das melhores partes do dia!
É vê-los numa correria às Floristas, porque se impõe a oferta de flores, claro...
- "Não sei bem, deve gostar de Rosas... e essas aí, às cores? Acha que ela vai gostar?? Sim? Dê-me quatro. Vai fazer um Bu quê?? Ah, sim, eu espero."


Chocolates, também é uma das hipóteses. Conservadora, nos dias de hoje, mas... assegura que não se esqueceu. Mesmo que saiba que Ela não vai querer tocar neles, para não deitar a perder a Dieta que anda sempre a tentar iniciar!

Os ursinhos, já enjoam. Além de que, com o passar dos anos (sim, porque ainda há uma ou outra relação que dura mais de 1 ano ou 2!) a colecção de Ursinhos está completa, e por isso... há que diversificar: Anjinhos, Diabinhos, e ainda... Corações gigantes com braços e pernitas, que grunham umas coisas, saidas de umas pilhas Chinesas!

Os relógios e as jóias podem ser outra alternativa, e para isso vamos ser pragmáticos: o que é bonito, é caro, por isso, desde que haja budget, é fácil e não se perde muito tempo! Atenção aos relógios... Não vá Ela pensar que lhe está a querer dizer "algo" em relação ao Tempo que ela demora a arranjar-se para sair de casa, etc...

Para os mais endinheirados, e sem muito tempo a perder, a Internet assegura pacotes de fim-de-semana a dois, com programas especiais em SPA's, jantares românticos e intimistas, massagens com óleos e muitas outras fantasias afrodisíacas... Ela vai gostar, de certeza, e não dá muito trabalho. A agência trata de tudo, e até é um bom motivo para sair de Lisboa e arredores, no fim-de-semana...

Elas também têm as suas ofertas tradicionais: o ursinho, postais, as bolas de espuma para um banho a dois, um perfume, um relógio... e o jantar a dois nem se discute! É obrigatório!

E assim, chegamos à melhor fase do dia... neste caso, a noite!

Restaurantes apinhados de casalinhos. Os que fizeram reserva, e os que não fizeram reserva. Os segundos, a iniciar uma discussãozinha. Os primeiros, numa fase de troca de palavras, olhares directos... para o menú, e uma troca de mimos, com as mãos entrelaçadas, enquanto esperam pelas bebidas.

Mas em muitas mesas, o casal é uma forma esbatida de dois seres amorfos, que se encontram para jantar e trocar umas prendas... just because... it's Valentine's! Há jantar, mas falta Magia. Há prendas, mas falta carinho e fusão... Há conversa, mas pouco do que é dito, se sente.

No dia seguite é imperativo comentar no emprego, qual o restaurante "in" onde se foi jantar e a prenda especial que se recebeu...

Bolas... tanta correria para quê? Para seguir a "Carneirada"? Quando se Gosta, há paixão e surpresas durante semanas, meses, e não é preciso esperar pelo 14 de Fevereiro! Também não é preciso gastar rios de dinheiro para se mostrar o quanto se deseja o outro, e partihar o que se sente. Em pequenos gestos, tantas vezes esquecidos, adormecidos, subterrados, pelo caos da agitação diária, e da facilidade com que se deixa a Rotina instalar!

Amor plastificado ao Kilo? Não, obrigada! Amor, mas Genuíno e sabiamente Vivido... anytime, anyplace, and often!

Stress and the City, no YouTube

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Countries & Cities Where I've Been.